sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Marvel Comics

Marvel Comics, apelidada de House of Ideas (Casa de Idéias), é uma editora inglesa de Banda Desenhada/história em quadrinhos (como chamadas em Portugal e no Brasil, respectivamente) pertencente a Marvel Entertainment. Com sede em 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado a maioria dos mais importantes e populares super-heróis, anti-heróis e vilões do mundo das histórias em quadrinhos. Entre as suas revistas mais famosas encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos outros títulos populares principalmente entre jovens e adultos. Desde a década de 1960 é uma das maiores empresas norte-americanas do ramo, ao lado da DC Comics (sua principal rival) e da Image Comics. Tem, atualmente, um catálogo de mais de 4.700 personagens. No dia 31 de agosto de 2009 foi comprada pela Walt Disney Company pelo valor de 4 Bilhões de dólares.A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics. A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. Nos anos 40 a Timely tornou-se conhecida por publicar o herói patriota Capitão América. Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Durante está década publicou principalmente histórias com monstros, em geral com toques de ficção científica. Neste período, a empresa ficou conhecida como Atlas Comics e Timely/Atlas.No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan LeeJack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publiar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko. (edição e argumento) eAs histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) norte-americanas com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.No início dos anos 70, uma série de novos diretores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa - como a não publicação das revistas no prazo devido - e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).A Marvel mantém-se a principal editora norte-americana de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas. Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu websites.Marvel Comics, apelidada de House of Ideas (Casa de Idéias), é uma editora inglesa de Banda Desenhada/história em quadrinhos (como chamadas em Portugal e no Brasil, respectivamente) pertencente a Marvel Entertainment. Com sede em 387 Park Avenue South, em Nova Iorque, é uma das mais importantes editoras do gênero no mundo, tendo criado a maioria dos mais importantes e populares super-heróis, anti-heróis e vilões do mundo das histórias em quadrinhos. Entre as suas revistas mais famosas encontram-se o Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, O Incrível Hulk, Capitão América, O Justiceiro, Os Vingadores, Demolidor, Thor, Homem de Ferro, Surfista Prateado os X-Men, Blade:O Caçador de Vampiros, Motoqueiro Fantasma entre muitos outros títulos populares principalmente entre jovens e adultos. Desde a década de 1960 é uma das maiores empresas norte-americanas do ramo, ao lado da DC Comics (sua principal rival) e da Image Comics. Tem, atualmente, um catálogo de mais de 4.700 personagens. No dia 31 de agosto de 2009 foi comprada pela Walt Disney Company pelo valor de 4 Bilhões de dólares.A Marvel Comics foi fundada nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics. A sua primeira publicação ocorreu em 1939, com o primeiro número da revista Marvel Comics, onde se deram as primeiras aparições do super-herói Tocha Humana e do anti-herói Namor, o Príncipe Submarino. Nos anos 40 a Timely tornou-se conhecida por publicar o herói patriota Capitão América. Nos anos 50, a Marvel atravessou tempos difíceis, da mesma maneira que as outras editoras. Durante está década publicou principalmente histórias com monstros, em geral com toques de ficção científica. Neste período, a empresa ficou conhecida como Atlas Comics e Timely/Atlas.No final dos anos 50 e início dos 60, o sucesso da DC Comics ao reviver o gênero de super-heróis nas histórias em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça) fez com que a Marvel seguisse o mesmo caminho. Os principais expoentes desta época foram os seus empregados Stan LeeJack Kirby (arte), responsáveis pela criação do Quarteto Fantástico. A revista foi um enorme sucesso o que levou a Marvel a publiar outros títulos de super-heróis, entre os quais se destacou o gibi do personagem Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko. (edição e argumento) eAs histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo mais humanizado e verossímil. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) norte-americanas com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.No início dos anos 70, uma série de novos diretores trabalharam para a empresa em mais uma época não favorável para esta indústria. No entanto, no final dessa década, a Marvel estava novamente de boa saúde, graças a novas estratégias de marketing na distribuição e à renovação do título dos X-Men, arquitetado principalmente por Chris Claremont e John Byrne.Nos anos 80, Jim Shooter era o diretor. Apesar da sua personalidade controversa, conseguiu eliminar alguns dos males da empresa - como a não publicação das revistas no prazo devido - e promover um renascimento criativo na Marvel, fazendo com que seus gibis tornassem-se ainda mais vendidos .Em 1988, a Marvel foi comprada pelo investidor/empresário Ronald Perelman, que colocou a empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o aumento do número de títulos publicados. Entretanto, a empresa vendeu o seu catálogo de animação à Saban Entertainment e fechou permanentemente o estúdio de animação, optando por contratar terceiros para produzir seus projetos de animação.A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 devido ao boom das histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA, mas no meio da década enfrentou graves problemas financeiros, com acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio. Como consequência, a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria a ser o Heroes World, que fez com que toda a indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos (banda desenhada) sofresse um grande abalo. A perda potencial da maior empresa da indústria, originou o encerramento das atividades da maioria dos distribuidores. No momento, existe apenas uma grande distribuidora de histórias em quadrinhos (banda desenhada) nos EUA: a Diamond Distribution. Muitos peritos julgam que esse fato causou um imenso dano à indústria das histórias em quadrinhos (banda desenhada).A Marvel mantém-se a principal editora norte-americana de histórias em quadrinhos (banda desenhada), mesmo numa altura em que a indústria é apenas uma fração do que foi décadas atrás. Há pelo menos três décadas, a principal concorrente, DC Comics, está abaixo da Marvel em vendas. Stan Lee já não está oficialmente ligado à empresa, mas permanece sendo o nome mais conhecido e importante na indústria e ocasionalmente demonstra o seu carinho pelos personagens, em edições especiais ou declarações públicas. Em 2001, a Marvel Comics retirou-se da Comics Code Authority e estabeleceu o seu próprio sistema de classificação para as suas revistas. Criou também novas linhas editoriais, incluindo uma destinada a adolescentes mais velhos (Marvel Knights) e outra a adultos: a (MAX). Outro fator marcante na história da Marvel no início do novo milênio foi sua parceria com Hollywood, que resultou em várias adaptações de sucesso, iniciadas com o filme do Homem-Aranha, em 2002.Em 2006, a Marvel lançou uma Mega-Saga intitulada Guerra Civil, onde a comunidade heróica viu-se dividida, devido a uma Lei de Registro de Super-Humanos. Essa saga discutiu, de maneira profunda, vários fatores políticos e éticos, aumentando ainda mais a verossimilhança do Universo Marvel com o universo real. Nestes mesmo ano a empresa criou sua própria enciclopédia wiki em seu websites.Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual.http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel_ComicsEm 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual.http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel_Comics

Natureza Morta


A pintura de natureza-morta (com temática de arranjos de frutas, legumes e utensílios domésticos) surgiu como um gênero mais simplório, no início do Barroco, derivado das pinturas que representavam cenas religiosas em cozinhas populares. Outros temas que ganharam autonomia nesse contexto do século XVI foram as Pinturas de Gênero e as Paisagens, depois as temáticas de vasos e grinaldas de flores e abates da caça. Por mais que existam registros anteriores de pinturas com estas temáticas - como em murais da Roma Antiga -, é no Barroco que elas adquirem destaque enquanto categoria independente. Mas foi apenas no século XVIII, em meio ao surgimento da disciplina de estudo científico História da Arte, que estes foram considerados "gêneros" de pintura.No século XVII a natureza-morta era considerada de menor importância (em relação às pinturas históricas, mitológicas e religiosas) e tinha um menor preço no mercado. Era vista como pintura apenas decorativa e, mesmo nos lares dos Países Baixos mais humildes, ocupava os cômodos de menor importância.Como sua origem deriva da pintura religiosa, a natureza-morta passou a funcionar como metáfora moralizante dentro da cultura católica: a fruta que é bela por fora, mas apresenta indícios de podridão interna; ou apenas uma fruta que ostenta uma beleza tentadora e perigosa; ou até mesmo por causa da simbologia cristã de alguns alimentos – como vemos em Cristo na casa de Marta e Maria. Esta conotação esteve presente principalmente na Espanha e na região flamenga (parte sul dos Países Baixos, que estava sob domínio espanhol católico).Reafirmando este conteúdo moral, mas já não tão específicos da cultura católica, outros objetos e personagens foram colocados nas composições, como um gato faminto que deseja um peixe fresco estrategicamente colocado, ou caveiras (ver Ciclo da Vida) e livros (ver Biblioteca), que lembravam o fim do homem e a importância da conquista do conhecimento e da sabedoria. Atuavam como contraponto à vaidade, que muitas obras deste gênero exaltavam.Na Espanha o gênero foi chamado Bodegodes e foi usado como forma de mostrar a destreza técnica naturalista do artista e por remeter, além de aos conteúdos morais, ao misticismo tão valorizado pela cultura da época. A penetração Bodegodes abriu mais uma possibilidade aos pintores que não viviam sob a tutela do rei, de encontrar um público consumidor.Já na Holanda protestante, que tentava distanciar-se das representações religiosas com a valorização do cotidiano burguês, a natureza-morta não teve ligação explicita com a Igreja católica. Havia ali a ênfase na espiritualidade inerente à realidade cotidiana do indivíduo comum. As imagens da região sublimavam a espiritualidade percebida nas cenas e objetos do cotidiano da época. Isto fica visível no próprio termo adotado na região para este gênero: vida silenciosa.A partir do século XVIII, na Espanha, a natureza-morta desviou-se do contexto popular de sua origem para servir como registro das condições sociais e do status de sua clientela (classe alta e média). Por essas pinturas podemos saber, por exemplo, que a carne de caça, de porco, o peixe fresco e o seco eram iguarias apreciadas por distintas classes sociais da província de Madri. Em especial o peixe fresco, que deixou de ser enfatizado nas pinturas por seu conteúdo religioso para começar a demarcar o elevado poder econômico do seu consumidor, uma vez que Madri está localizada no centro do país, e o peixe fresco era, portanto, muito mais caro ali do que o seco e, por isto, consumido apenas pela classe abastada.No final do século XIX e início do século XX, em meio aos ideais modernistas e das tendências formalistas, a natureza-morta voltou a ser vista como em sua origem: um gênero “sem tema”. Pela neutralidade dos “personagens” deste gênero, ele era apropriado para as pesquisas plásticas dos artistas (de composição, cor, figura, etc) sem estar sujeito a cair no sentimentalismo inerente ao tema da figura humana, por exemplo. Por essa razão é que composições com frutas, fruteiras, mesas e instrumentos musicais são recorrentes entre os cubistas. Antes mesmo deles, Cézanne já havia pintado uma série de naturezas-mortas, como Natureza morta com maçãs e laranjas, que vemos na Mansão de Quelícera, introduzindo a busca objetiva de novas concepções estéticas para a arte. Nesse contexto, o naturalismo, uma das características mais marcantes da natureza-morta do século XVII, foi completamente abolido em favor de uma nova concepção de cor, luminosidade, figura e espaço. As caveiras e livros, representados isoladamente, também estiveram presentes nas obras dessa época: Pirâmide de Caveiras, de Cézanne, e Caveira e Natureza morta com Bíblia, de Van Gogh. Nestas, por mais que se considere a busca formal presente na arte do período, está bastante visível o cunho simbólico que os “personagens” destas obras tinham para os artistas que as representaram.Fonte : http://www.casthalia.com.br/a_mansao/preste_atencao/natureza_morta.htm

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Releitura de Artes

Samir...
Meu desenho fico mara né?
Tá muito paiaa!!